Dylan Mortensen, sobrevivente dos assassinatos de estudantes universitários em Idaho em 2022, diz que enfrentou anos de ameaças, assédio e teorias da conspiração sobre seu envolvimento nos crimes. Em um documento apresentado ao tribunal, ela descreve como a atenção mudou sua vida cotidiana, incluindo a maneira como interage com outras pessoas, os lugares onde se sente segura e quais informações pessoais está disposta a compartilhar.
Mortensen encontrou Bryan Kohberger quando ele saía da casa da Universidade de Idaho, fora do campus, em novembro de 2022. Ela foi criticada por não ter ligado imediatamente para o 911 depois disso. O pai de Kaylee Goncalves afirmou publicamente que uma ligação anterior não teria salvado os quatro estudantes.
Mortensen está pedindo a um juiz que mantenha seu rosto oculto em documentos do caso que estavam sob sigilo e cuja divulgação está prevista, dizendo que suspender as proteções poderia colocar sua segurança e privacidade em risco.
Kohberger se declarou culpado pelos assassinatos de Madison Mogen, Xana Kernodle, Ethan Chapin e Goncalves e recebeu quatro penas consecutivas de prisão perpétua em julho de 2025. Desde então, apresentou uma petição pedindo para retirar suas declarações de culpa e obter um julgamento, o que poderia novamente colocar Mortensen em evidência como testemunha-chave.
Fontes: TMZ.